terça-feira, 27 de setembro de 2011

O amor está no ar e na bíblia...

A revista foi buscar, em determinados personagens bíblicos, os exemplos, situações, sentimentos que revelam como eles se comportavam em seu relacionamento afetivo. A proposta é chamar a atenção para detalhes que podem ensinar muito e fazer valer a peculiaridade de um namoro autenticamente cristão. Indiscutivelmente, a Bíblia é a fonte ideal.
Antes de ingressar na trajetória emocional desses israelitas que também fizeram história com seus amores e paixões, é preciso considerar que eles viviam numa época completamente diferente da atual. Era um tempo em que a mulher sequer era contada nos censos e padecia com os rigores dos costumes orientais. Além disso, é preciso considerar que ainda não existia casamento eclesiástico ou civil.
Mas amores verdadeiros são sempre capazes de enfrentar o mundo e jamais pertencem a uma só época, donde se conclui que os modelos de relacionamento retratados na Bíblia também podem ser encontrados na sociedade moderna. Com certeza, existem muitas Rebecas, Isaques, Marias e Josés que ainda honram o nome de Deus em seus namoros.


Isaque e Rebeca - a paixão intensa (Gênesis 24.62-67)
O casal Isaque e Rebeca é um exemplo de paixão à primeira vista. A história fala de um encontro marcante entre os dois, depois de Abraão, pai de Isaque, ter dado ordens para que achassem uma mulher especial para seu filho. Eliézer, o servo responsável por essa tarefa, viajou até a Mesopotâmia e lá pediu a Deus para que indicasse a moça certa para Isaque. Antes de terminar sua oração, Rebeca apareceu para buscar água. E agiu exatamente como Eliézer esperava: oferecendo água a ele e aos camelos que trazia consigo. Era o sinal dos céus de que precisava.
A cena mais emocionante acontece em Gênesis 24.64, quando Rebeca e Isaque se vêem pela primeira vez. Vale lembrar que, nesse episódio, eles já eram comprometidos, como se já fossem noivos, mesmo sem se conhecer. Por isso, Isaque a conduz até a tenda e “toma-a por mulher e a ama”. Naquele tempo, não havia casamento civil. É preciso entender o contexto em que tudo aconteceu. Eles formavam um casal escolhido pelo próprio Deus, por isso o relacionamento de ambos foi lícito diante de Deus. O que fica também como exemplo é o sentimento do casal, apaixonado.


Jacó e Raquel – tudo por amor (Gênesis 29.16-20)
Este é um exemplo de sacrifício em nome do amor. A Bíblia relata que Jacó trabalhou sete anos para casar-se com Raquel, e que aos olhos dele foram como poucos dias diante da grandeza de seus sentimentos. Chegado o momento de receber sua amada, Labão, seu sogro, o enganou, dando-lhe Lia, a filha mais velha, na noite de núpcias. Para conseguir ter Raquel como esposa, Jacó precisou trabalhar mais sete anos consecutivos para o sogro.


Boaz e Rute – a segunda chance de ser feliz (Rute 4.1-12)
Rute, a jovem viúva moabita, nora de Noemi, encontrou em Boaz sua segunda chance de ser feliz. Após ter passado pelo trauma de perder o marido, sem filhos, ou seja, encontrar-se numa situação de total desamparo, foi abençoada ao conhecer Boaz. Ele era um homem poderoso, influente, e foi o resgatador de Rute (a tradição dizia que as mulheres viúvas deviam ser resgatadas ou amparadas por parentes próximos). Boaz cuidou de Rute, dando a ela toda a honra e a felicidade de que era merecedora. Afinal, ela mesma não amparara sua sogra, Noemi, pouco tempo antes?

Maria e José – confiança acima de tudo (Mateus 1.19-25)
Escolhidos por Deus para serem os pais de Jesus, esse casal é um exemplo de fidelidade e de confiança um no outro. Mesmo sabendo da gravidez de sua noiva, através do anjo do Senhor, que o visitara, e tendo sua fé posta à prova, José não difamou sua amada, mas a protegeu. Foi contra todos os que naquela sociedade deviam ter zombado da honra de Maria.


Ester e o rei Assuero – a escolhida (Ester 2.17)
Após destronar a rainha Vasti, o rei da Pérsia, Assuero, sai à procura de uma nova rainha. As moças virgens precisavam se preparar durante doze meses para se encontrar com o rei. A escolhida foi a jovem e bela Ester, uma israelita que estava entre os cativos na Pérsia. Tempos mais tarde, esse amor se mostrou maduro, pois Ester foi audaciosa ao entrar na presença do rei sem ser convidada (o que não era permitido na época) para denunciar um complô contra o povo de Israel. Em todas as ocasiões, ela achou graça diante do monarca, visto o amor que sentiam um pelo outro e a presença de Deus que sempre a acompanhava.

Eucana e Ana – amor incondicional (1 Samuel 1.8)
O casal Eucana e Ana, pais de Samuel, nos deixam uma lição de que para amar, basta apenas amar. Ana não podia dar filhos a Elcana, o que naquela época era vergonhoso. Ainda assim, Elcana dedicava a ela amor e ainda lhe dava porção dobrada de sacrifício. O amor incondicional é assim. Pessoas amam porque amam, mesmo que o outro não tenha tanto para dar em troca.

AMORES PERIGOSOS
A Bíblia é recheada de exemplos lindos de amor, mas também não esconde as verdadeiras tragédias que aconteceram quando amores proibidos foram consumados. É o caso de Sansão e Dalila (Juízes 16.4-22). Sansão era um escolhido de Deus, um guerreiro ungido, mas por amar a mulher errada, acabou destruído. Dalila havia se vendido para descobrir de onde vinha a força do famoso guerreiro. Infelizmente, por conta de toda a sua volúpia em se envolver com uma mulher sem escrúpulos, Sansão teve um fim trágico. Outra história que também não pode ser esquecida é a de Davi e Bate-Seba (2 Samuel 11). Uma atração não controlada do rei arruinou a família de Urias, tirou-lhe a vida, e trouxe maldições à casa de Davi. Uma diversão, um relacionamento sem compromisso, deu lugar à tristeza e marcas profundas na família e na história de Israel.

ÉPOCA BÍBLICA: ASPECTOS CULTURAIS DIFERENTES
Para entender melhor como aconteciam os casamentos na época da Bíblia, o pastor e professor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, Valtair Miranda, faz um lembrete sobre a diferença entre os aspectos culturais daqueles dias e os de hoje. “Nos tempos bíblicos, não havia cerimônia religiosa e civil para realizar casamentos.
Eles aconteciam através de acordos familiares, onde o homem pagava o dote à família da noiva”, explicou.
Neste contexto, o caso de Rebeca e Isaque chama a atenção. Miranda explica que ela já pertencia a Isaque, pois fora comprada por Abraão. O professor também atentou para o fato de que o casamento naquela época era realmente considerado uma instituição divina, apesar de não ser tão burocrático como é hoje. Ele lembrou ainda que a primeira declaração de amor da Bíblia é de Adão por Eva: “Você é osso dos meus ossos”. Para ele, isso significa que foi amor à primeira vista.


By:Marcella Bastos (Revista enfoque)

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Parabéns pra mim, cheguei aos 28 anos...


Ah, são tantas coisas para agradecer....Quero primeiro agradecer ao meu painho celestial (Deus) pelo dom da vida, em segundo a minha mainha pela educação, dedicação e muito, muito amor e em terceiro a toda minha amada família e a meus queridos amigos por simplesmente existirem e de uma forma tão especial fazerem parte da minha vida. Há exatamente 28 anos atrás ás 11:40 da manhã nascia uma menininha, 3.300 kg e 50 cm ( eu nasci grande acreditem) fruto do casamente entre Noélia Alexandrino de Cerqueira e Honorino Gomes de Cerqueira (o nome é feio que dói mas é esse). Quando criança muito sapeca, deixava qualquer um de queixo caído com suas respostas na ponta da língua ( não mudei nada...) na adolescência uma Alice no país das maravilhas, acreditava em tudo e em todos (mudei pouca coisa...) e agora adulta...Bom, quando eu estiver na terceira idade eu comento algo pra vocês.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

RLR- 2011...Eu fui!!


Eu deveria ter postado algo assim que cheguei do RLR mas acabei esquecendo e os dias foram se passando...Bom, minha ida ao RLR foi maravilhosa, Deus me surpreendeu grandemente lá. Fui a esse congresso com um propósito e chegando lá simplesmente Deus me fez entender porque tinha me levado e isso superou todas as minhas expectativas...Eu fui querendo receber a unção do matrimônio que seria liberada pelos líderes espirituais da juventude brasileira e recebi mas, recebi algo muito maior que isso, eu recebi a renovação do meu relacionamento com Deus. Deus me fez entender que eu precisava primeiro concertar meu relacionamento com ele para dai desfrutar um relacionamento entre homem e mulher. Foram 3 dias de pura entrega, eu me permiti ser visitada pelo Senhor e deixei que o Espirito de Deus ministrasse ao meu coração e derramasse da sua presença sobre mim...
Eu cheguei ao RLR com o coração ferido, por conta de uma paixão não correspondida e que só me trazia tristeza mas que eu insistia em alimentar...Então, a bispa Raquel ministrou sobre paixões e no quanto ela pode ser prejudicial fisicamente falando, porque acaba nos abatendo e até adoecendo nosso corpo e eu sou prova disso, tive febre e fiquei acamada por alguns dias e só eu sabia porque tinha adoecido e espiritualmente falando também, porque quando a paixão não procede de Deus( embriaguez da sedução) ela abate nossa alma e cega a nossa visão espiritual. Ela orou ao Senhor e pediu que se algum jovem que estivesse naquele lugar e passando por esse tipo de paixão, que ele fosse sarado em seus sentimentos e nessa hora eu tomei posse da oração e pedi a Deus que se a paixão que sentia fosse essa que ele tirasse de mim toda embriaguez da sedução para que eu me tornasse livre por completo. Completará amanhã 4 dias que voltei do RLR e sinto-me leve, não passo mais 24h pensando em única uma pessoa aliás, tenho conversado com Deus com mais frequência e me dedicado mais a outras pessoas também, estou feliz!!!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Mulheres que amam demais: Minha descrição!


Significa na realidade, ficar obcecada por um homem e chamar isso de amor, permitindo que tal sentimento controle as suas emoções e boa parte do seu comportamento, mesmo percebendo que exerce influência negativa sobre sua saúde e bem-estar, e ainda assim achando-se incapaz de opor-se a ele. Significa medir a intensidade do seu amor pela quantidade de sofrimento.
Ninguém se transforma numa mulher que ama demais por acaso. Crescer como mulher nesta sociedade e em famílias desajustadas, pode gerar padrões previsíveis.
As seguintes características são típicas de mulheres que amam demais :


1. Vem de um lar desajustado em que suas necessidades emocionais não foram satisfeitas.SIM!

2. Como não recebeu um mínimo de atenção, enta suprirmir a sua necessidade insatisfeita através de outra pessoa, tornando-se superatenciosa, principalmente com homens aparentemente carentes. NÃO!

3. Como não pode transformar os seus pais nas pessoas atenciosas, amáveis e afetuosas de que precisava, reage fortemente ao tipo de homem familiar mas inacessível, o qual tenta, mais uma vez transformar através de seu amor.TALVEZ!

4. Com medo de ser abandonada, faz qualquer coisa para impedir o fim do relacionamento. SIM!

5. Se for para “ajudar” o homem com quem está envolvida, acha que: quase nada é problema, não toma o seu tempo, nem custa demais. SIM!

6. Habituada à falta de amor nos seus relacionamentos pessoais, está disposta a ter paciência, esperança, tentando agradar cada vez mais. SIM!

7. Está disposta a arcar com mais de 50% da responsabilidade, da culpa e das falhas em qualquer relacionamento.SIM!

8. A sua auto-estima está criticamente baixa, e no fundo não acredita que mereçe ser feliz. Ao contrário, acredita que deve conquistar o direito de desfrutar da vida. SIM!

9. Como experimentou pouca segurança na infância, tem uma necessidade desesperadora de controlar os homesns com que se relaciona e os seus relacionamentos. Mascara os seus esforços para controlar as pessoas e as situações, mostrando-se “prestativa”. SIM!

10. Está muito mais em contacto com o sonho de como o relacionamento poderia ser, do que com a realidade da situação. SIM!

11. É uma pessoa dependente de homens e de sofrimento espiritual. NÃO!

12. Tende e com frequência, bioquimicamente a se tornar dependente de drogas, álcool e/ou certos tipos de alimento, principalmente doces. NÃO!

13. Ao ser atraída por pessoas com problemas que precisam de solução, ou ao se envolver em situações caóticas incertas e dolorosas emocionalmente, Evita concentrar a responsabilidade em si própria. SIM!

14. Tende a ter momentos de depressão, e tenta preveni-los através da agitação criada por um relacionamento instável. SIM!

15. Não tem atração por homens gentis, estáveis, seguros e que estão interessados em si. Acha que esses homens “agradáveis” são enfadonhos. SIM!

domingo, 10 de julho de 2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Por que as pessoas valorizam o esforço e a sedução?

Há conversas que nunca terminam e dúvidas que jamais desaparecem. Sobre a melhor maneira de iniciar uma relação, por exemplo. Muita gente acredita que aquilo que se ganha com facilidade se perde do mesmo jeito. Acham que as relações que exigem esforço têm mais valor. Mulheres difíceis de conquistar, homens difíceis de manter, namoros que dão trabalho - esses tendem a ser mais importantes e duradouros. Mas será verdade?

Eu suspeito que não.
Acho que somos ensinados a subestimar quem gosta de nós. Se a garota na mesa ao lado sorri em nossa direção, começamos a reparar nos seus defeitos. Se a pessoa fosse realmente bacana não me daria bola assim de graça. Se ela não resiste aos meus escassos encantos é uma mulher fácil – e mulheres fáceis não valem nada, certo? O nome disso, damas e cavalheiros, é baixa auto-estima: não entro em clube que me queira como sócio. É engraçado, mas dói.

Também somos educados para o sacrifício. Aquilo que ganhamos sem suor não tem valor. Somos uma sociedade de lutadores, não somos? Temos de nos esforçar para obter recompensas. As coisas que realmente valem a pena são obtidas à duras penas. E por aí vai. De tanto ouvir essa conversa - na escola, no esporte, no escritório - levamos seus pressupostos para a vida afetiva. Acabamos acreditando que também no terreno do afeto deveríamos ser capazes de lutar, sofrer e triunfar. Precisamos de conquistas épicas para contar no jantar de domingo. Se for fácil demais, não vale. Amor assim não tem graça, diz um amigo meu. Será mesmo?

Minha experiência sugere o contrário. Desde a adolescência, e no transcorrer da vida adulta, todas as mulheres importantes me caíram do céu. A moça que vomitou no meu pé na festa do centro acadêmico e me levou para dormir na sala da casa dela. Casamos. A garota de olhos tristes que eu conheci na porta do cinema e meia hora depois tomava o meu sorvete. Quase casamos? A mulher cujo nome eu perguntei na lanchonete do trabalho e 24 horas depois me chamou para uma festa. A menina do interior que resolveu dançar comigo num impulso. Nenhuma delas foi seduzida, conquistada ou convencida a gostar de mim. Elas tomaram a iniciativa – ou retribuíram sem hesitar a atenção que eu dei a elas.
Toda vez que eu insisti com quem não estava interessada deu errado. Toda vez que tentei escalar o muro da indiferença foi inútil. Ou descobri que do outro lado não havia nada. Na minha experiência, amor é um território em que coragem e a iniciativa são premiadas, mas empenho, persistência e determinação nunca trouxeram resultado.


Relato essa experiência para discutir uma questão que me parece da maior gravidade: o quanto deveríamos insistir em obter a atenção de uma pessoa que não parece retribuir os nossos sentimos?

Quem está emocionalmente disponível lida com esse tipo de dilema o tempo todo. Você conhece a figura, acha bacana, liga uns dias depois e ela não atende e nem liga de volta. O que fazer? Você sai com a pessoa, acha ela o máximo, tenta um segundo encontro e ela reluta em marcar a data. Como proceder a partir daí? Você começou uma relação, está se apaixonando, mas a outra parte, um belo dia, deixa de retornar seus telefonemas. O que se faz? Você está apaixonado ou apaixonada, levou um pé na bunda e mal consegue respirar. É o caso de tentar reconquistar ou seria melhor proteger-se e ajudar o sentimento a morrer?

Todas essas situações conduzem à mesma escolha: insistir ou desistir? Quem acha que o amor é um campo de batalha geralmente opta pela insistência.

Quem acha que ele é uma ocorrência espontânea tende a escolher a desistência (embora isso pareça feio). Na prática, como não temos 100% de certeza sobre as coisas, e como não nos controlamos 100%, oscilamos entre uma e outra posição, ao sabor das circunstâncias e do tamanho do envolvimento. Mas a maioria de nós, mesmo de forma inconsciente, traça um limite para o quanto se empenhar (ou rastejar) num caso desses. Quem não tem limites sofre além da conta – e frequentemente faz papel de bobo, com resultados pífios.

Uma das minhas teorias favoritas é que mesmo que a pessoa ceda a um assédio longo e custoso a relação estará envenenada. Pela simples razão de que ninguém é esnobado por muito tempo ou de forma muito ostensiva sem desenvolver ressentimentos. E ressentimentos não se dissipam. Eles ficam e cobram um preço. Cedo ou tarde a conta chega. E o tipo de personalidade que insiste demais numa conquista pode estar movida por motivos errados: o interesse é pela pessoa ou pela dificuldade? É um caso de amor ou de amor próprio?

Ser amado de graça, por outro lado, não tem preço. É a homenagem mais bacana que uma pessoa pode nos fazer. Você está ali, na vida (no trabalho, na balada, nas férias, no churrasco, na casa do amigo) e a pessoa simplesmente gosta de você. Ou você se aproxima com uma conversa fiada e ela recebe esse gesto de braços abertos. O que pode ser melhor do que isso? O que pode ser melhor do que ser gostado por aquilo que se é – sem truques, sem jogos de sedução, sem premeditações? Neste momento eu não consigo me lembrar e nada.



Por : Ivan Martins ( Colunista da revista Época).

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Se...

Na verdade nem sei o que escrever...estou sem muita vontade. Hoje eu passei a tarde entusiasma com a viagem pra cidade dos meus pais é sempre com visitar os familiares. Agora a noite eu soube recebi duas notícias que me pegaram de surpresa e mexeu com todo meu emocional...
Fora os casamento dos meus pais que para mim nunca foi um bom exemplo de casamento o casamento dos meus tios era o maior exemplo de felicidade conjugal do qual eu conhecia e agora esse casamento "feliz" já está quase com a data marcada para "the end". Eu não consigo ficar alheia ao que ocorre na minha família eu acabo sempre tomando as dore e isso me traz muita tristeza; eu queria poder ajudar e fazer alguma coisa que fizessem os dois repensar e voltar a trás porque acredito que ainda tem chances . Diante dessa situação eu começo a me perguntar: Se acontecer a mesma coisa comigo? Eu já ando acreditando que não tenho sorte no amor será isso um sinal para ficar sozinha e me polpar de tais sofrimentos futuros? Será mesmo que sonho de Deus para mim e que eu me case e tenha filhos? ou sou eu que desejo tanto isso que estou forçando a barra sem saber o que me espera futuramente? Tantas perguntas mas quem dera eu tivesse a paciência e a perseverança de aguardar as sus respostas...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Como saber quando alguém não está tão a fim de você!


Bem, de verdade mesmo, quando o intuito é saber o que uma pessoa está sentindo, o modo mais seguro e simples seria o óbvio ululante: perguntando para ela! Entretanto, considerando que nem todos conseguem ser tão diretos e sinceros – seja para perguntar ou para responder – especialmente quando o assunto é sentimento ou desejo, esta pode não ser a forma mais eficiente. Sim, é difícil ser óbvio, na maioria das vezes. E talvez seja por isso que os relacionamentos nos desafiem tanto!
Portanto, se você não pretende perguntar, ou ainda, se já perguntou, mas a resposta obtida não te convenceu, sugiro que lance mão de duas ferramentas próprias também bastante eficientes: a observação e a intuição.
A observação servirá para você diferenciar as atitudes de quem está a fim e de quem não está, seja de você ou de qualquer outra pessoa. E a intuição servirá para você se dar conta do que acontece ao seu redor e que nem sempre é tão evidente. A intuição é uma espécie de linguagem do coração: nos dá respostas que as palavras, muitas vezes, não conseguem.
Entretanto, penso que mais fácil do que identificar as ações de alguém que não está a fim de você, seja constatar as ações de quem está a fim. Lembre-se de que gostar de alguém não tem a ver somente com palavras, mas principalmente com atitudes. Afinal, não basta sentir, é preciso agir de modo coerente com tais sentimentos. Então, fique de olho nessas dicas de como se comporta alguém que está a fim de você:
- Quem está a fim, demonstra interesse, quer saber da sua vida, do seu dia, dos seus planos e desejos.
- Quem está a fim, quer te ver, quer marcar um café, um cinema, uma balada ou um simples “esbarrão” onde seus caminhos se cruzam...
- Quem está a fim, liga, manda mensagem, torpedo, carta, sinal de fumaça, qualquer coisa... mas não desaparece!
- Quem está a fim, cumpre o que promete. E quando não pode cumprir, se justifica, se explica, pede desculpas.
- Quem está a fim, não vive inventando desculpas duvidosas ou esfarrapadas para os recorrentes sumiços ou “furos”.
- Quem está a fim, sente saudades, reclama sua ausência, esforça-se para viabilizar um encontro, nem que tenha de fazer parecer mera “coincidência”.
- Quem está a fim, dá um jeito de descobrir do que você gosta, porque o que mais quer é te agradar, surpreender, conquistar, seduzir...
- Quem está a fim, não vai embora só porque vocês discutiram, não desiste de você depois do primeiro obstáculo. Quem está a fim, persiste, insiste, tenta até o fim...
E por essas e outras, você já pode ter uma noção da diferença entre quem quer e quem não quer estar com você. Eu sei que quando a gente está a fim, quer dar mais uma chance, tentar conquistar, tentar mudar o panorama desfavorável. Ok! Não há nada de errado nisso! No entanto, fique atento para não extrapolar seu próprio limite.
Se o outro insiste em dizer ou demonstrar que não quer, que não é a melhor hora, o ideal mesmo, para não se machucar e detonar a sua auto-estima, é amargar alguns dias de rejeição e, em seguida, partir pra outra. Bola pra frente. Não vale a pena ficar investindo toda sua energia numa pessoa que já deixou claro que não tem espaço para você na vida dela.
E tome bastante cuidado principalmente com aqueles que adoram levar o outro “em banho-maria”. Num dia, são românticos, carinhosos, queridos, apaixonados. No outro, desaparecem ou são grosseiros, frios e te tratam como se você fosse um intruso, insistente e chato. Fuja desse tipo de gente, porque são sinônimos de sofrimento intenso. São enlouquecedores! Muito pior do que um claro “não”, é um constante “sim-não-sim-não-sim...”. Isso, ninguém merece! É jogo sujo, golpe baixo, covardia...


Dra. Rosana Braga




sexta-feira, 3 de junho de 2011

Respostas...

Basta colocar a cabeça no lugar e organizar as idéias que a coisas começam a fazer todo o sentido... e aquilo que era apenas uma dúvida passa a ser uma certeza. A ansiedade muitas vezes pode encobrir respostas que tanto buscamos, mas quando acalmamos os nossos ânimos e relaxamos as respostas começam a fluir e antão você percebe que ela sempre esteve ali, bem ali a sua frente só você que não enxergava.
Depois de uma difícil e última tentativa de tentar expressa meus sentimentos, meus motivos e até mesmo alguns medos, que me pareceu de início ter sido em vão, finalmente eu coloquei um ponto final em um sentimento que estava crescendo cada vez mais dentro de mim e como sempre não era recíproco. Tentei ao máximo me expor em palavras e fazer o outro entender o que se passava comigo e também buscar dele respostas que significariam muito para mim pois, não queria que lá na frente eu me culpasse por não ter tentado... A falta de respostas da parte dele de início não significou nada para mim e eu ainda esperava as tais respostas...Mas ontem, no final da noite depois de um dia tranquilo e gratificante eu entendi que a falta de respostas na verdade já era uma resposta do tipo: Sim, eu entendi o que você sente mais isso não significa nada para mim. É uma resposta que ninguém quer receber mas que existe!
Fui dormir meio que aliviada não porque estava feliz mas porque finalmente eu havia tentado e não poderia me culpar depois. Hoje ainda pela manhã sem qualquer pretensão a respeito sobre essa história eu acabei obtendo respostas antigas e o que antes era uma dúvida agora é uma certeza e responde a muitas outras perguntas. Fiquei triste afinal, não posso negar meus sentimentos mas não vou permitir ficar assim por muito tempo logo, logo espero ficar boa, e quem sabe disponível para apaixonar-me novamente de dessa vez ser correspondida, bom, isso só o tempo vai poder dizer...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

"Basta que dois corações queiram e façam por onde". O meu sempre quer o do outro é que custa a querer... Comigo é sempre assim, quando acontece do outro querer acaba existindo algo mais forte que impede que os dois continue querendo, vai entender! O tempo vai passando e eu vou deixando de viver momentos reais com alguém real ao lado pra viver momentos imagináveis com alguém que se diz ser o que é, por que estou fazendo isso comigo mesma? Que comportamento masoquista é esse meu?

segunda-feira, 11 de abril de 2011

De amigos online a amores possíveis...

Você já deve ter ouvido histórias sobre pessoas que se conheceram pelo universo virtual e, depois de algum tempo, tornaram-se amigos, namorados ou até se casaram... Ou seja, falar sobre essa possibilidade não é exatamente nenhuma novidade! Do mesmo modo, também já deve ter ouvido histórias de pessoas que se conheceram pelo mesmo universo virtual, se encantaram uma pela outra, descobriram-se apaixonadas, fizeram-se promessas, planos e revelaram-se seus mais íntimos e verdadeiros desejos. No entanto, o tempo passou e nada se concretizou. A história se manteve na virtualidade sem que nunca conseguissem experimentar o olho no olho, as mãos entrelaçadas, os corações encostados, peito a peito. Muitas vezes, passam-se semanas, meses e anos sem que os amigos on line se tornem, finalmente, amores possíveis. “E aí? Por que será que algumas histórias se desenrolam e outras, não?”. Esta é, sem dúvida, a pergunta que fica martelando na mente de quem sofre a angústia desesperadora de viver um amor sem toque, sem cheiro, sem sabor. Um amor que não transcende a tela de um computador. Que não se realiza. Como uma semente que, aparentemente, tem tudo para florescer, mas simplesmente não rompe a terra, não surge radiante, à luz do Sol. No entanto, ficar se perguntando “por quê?” não faz a história evoluir. Não resolve. Apenas angustia e desespera ainda mais. Simplesmente porque não existem respostas únicas, certas e convincentes. Qualquer resposta que se encontre continua deixando um vazio dolorido e inexplicável. Afinal, o sentimento parecia tão verdadeiro, o desejo parecia tão grande, que qualquer obstáculo praticamente deixava de ser significativo. O fato é que cada um tem os seus motivos, nem sempre explicáveis. Nem sempre reveláveis. Talvez, nem a própria pessoa que impediu o encontro real saiba por que fez isso. Ou saiba, mas não queira falar. E sendo assim, nenhum “por que” será respondido, será satisfeito. E o pior é que um amor não concretizado, não vivido no dia-a-dia, na convivência, faz com que pareça o ser o melhor do mundo. Sim, claro, nele não foram incluídas as limitações de cada um. Apenas o melhor. Apenas a paixão, o desejo e a promessa de uma história realmente linda! Como esquecer? Como abrir mão dessa possibilidade tão maravilhosa? Como aceitar que o ‘amor da sua vida’ simplesmente não existiu de fato em sua vida? Nunca foi nada além de uma imagem por detrás da tela ou uma voz por detrás de um aparelho de telefone? Certamente, não é fácil. Mas é possível. E é saudável. E é essencial para quem sabe que merece viver uma história real, ainda que seja iniciada como virtual... Penso que para se desfazer de uma ilusão como essa, para desconstruir um castelo dessa proporção, é preciso – antes de qualquer coisa – parar de perguntar “por quê?”. Se o outro não explicou, ou se a explicação não convenceu, não há nada que você possa fazer. Além do mais, no fundo, você sabe que explicações não resolveriam nada. Serviriam apenas para aliviar momentaneamente a dor, mas logo ela voltaria e se instalaria, atormentando sua mente e seu coração novamente. Portanto, a solução está em confiar, ter fé! Isso mesmo! A fé existe para o inexplicável e para o aparentemente insuportável! Comece agora a apostar que a vida tem razões que você desconhece. E tem mesmo! Tente ser realista: o outro não quis. Não deu certo. Ponto final. Agora, é doer até a dor acabar – e que acabe logo! E depois, partir para outra história, outra tentativa de felicidade. É assim que funciona para todo mundo. E quem nunca se decepcionou? Quem nunca sofreu por um amor que não deu certo? Ou seja, se tantas pessoas passaram por isso e, ainda assim, ficaram bem, é porque é possível. Então, parta desse princípio: você vai ficar bem! E vivendo um dia de cada vez, acolhendo sua dor, mas não desistindo de acreditar no que você quer e merece viver, lembre-se de que existem muitas pessoas maravilhosas espalhadas pelo mundo. Uma delas certamente espera por você! Talvez já esteja até a sua procura. Mantenha a porta aberta! A tela ligada! E não duvide: amigos online podem sim se tornar amores possíveis! Basta que dois corações queiram e façam por onde... Dra. Rosana Braga Esse artigo foi pertence a uma mulher brilhante e ele muito interessante parece que foi escrito especialmente para mim...rs*

quarta-feira, 16 de março de 2011

Madrugada, ás 02h22min do dia .


Mais uma madrugada de insônia e sem internet, pensamentos rondam minha mente, são incessante questionamentos que me faço quanto ao meu passado sobre o que fiz e o que deixei de fazer, quanto ao meu presente em relação as coisas que tenho feito e também futuro sobre as coisas que pretendo fazer... Ao som de lindas canções resolvi passar o tempo escrevendo. Há dois dias atrás procurando um antigo blog que fazia tempo perdido na net , acabei o encontrando e para minha surpresa me deparei com a única postagem que havia feito, era exatamente sobre esses questionamentos com uma diferença o a insegurança que eu tinha quanto ao futuro é hoje a insegurança do meu presente. O medo da frustração profissional após minha formatura hoje faz parte do meu medo presente, doeu tanto saber que algo que temia tanto acabou acontecendo e a saída que vejo no momento vai me custar desafios e isso significa arriscar e eu ainda não estou preparada psicologicamente para isso... Ou será que estou e quero me enganar? Só pagando pra ver!

sábado, 12 de março de 2011

Ontem...

Ontem eu vivi a melancolia e sobrevivi a nostalgia. Ah, nostalgia! As vezes me faz rir e em muitas outras apenas chorar e chorar... São tantas lembranças de bons e maus momentos com pessoas que, infelizmente hoje já não participam voluntariamente da minha vida justamente por alguns maus momentos que vivemos.



Onde Deus possa me ouvir


Sabe o que eu queria agora, meu bem?
Sair, chegar lá fora e encontrar alguém que não me dissesse nada não me perguntasse nada também.
Que me oferecesse um colo, um ombro onde eu desaguasse todo o desengano mas a vida anda louca as pessoas andam tristes meus amigos são amigos de ninguém
Sabe o que eu mais quero agora, meu amor?
Morar no interior do meu interior pra entender por que se agridem se empurram pra um abismos e debatem, se combatem, sem saber
Meu amor, deixa eu chorar até cansar me leve pra qualquer lugar a onde Deus possa me ouvir minha dor, eu não consigo compreender eu quero algo pra beber me deixe aqui, pode sair
adeus.
By: Vander lee

sexta-feira, 11 de março de 2011

Meu Jardim


Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores

Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores

Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores

Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores

Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho

Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho

Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho

Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho

Estou podando meu jardim

Estou cuidando bem de mim...



By: Vander Lee